Final do Miss Universo 2011: primeiro olhar

O título do meu post pode parecer estranho, mas tem uma justificativa: ainda quero assistir a transmissão feita pelo sinal internacional (reprise TNT), pois optei pela Band e acredito que foi um programa um pouco diferente.
As constantes intervenções de Adriane Galisteu, apesar de boas, deixou a transmissão as vezes confusa e acredito que algumas pequenas partes não foram exibidas.
A começar pelos cenários, achei todos muito bonitos, principalmente o que trazia a ponte estaiada, cartão postal da capital paulista.
As trilhas sonoras foram bem escolhidas, mas senti falta no "the last look" e no anúncio final da tradicional trilha exibida nas edições anteriores, pois dá uma emoção única.
As atrações musicais Claúdia Leite e Bebel Gilberto foram gratas surpresas, assim como os dançarinos com coreografias contagiantes.
A escolha do top 16 foi um dos melhores dos últimos anos, sem surpresas desagradáveis e conforme a competição se desenvolvia era nítido que o concurso desejava uma miss com um perfil diferenciado, pois as "potências" Venezuela e Porto Rico foram eliminadas do top 10.
O figurino inicial das misses estava bonito e funcionou bem com o cenário, mas em relação aos anos anteriores achei que estavam muito simples, mas não comprometeram.
Não gostei da identificação inicial das misses ao vivo, prefiro a pré-gravação com trajes típicos como nos últimos anos, mas funcionou com a participação das torcidas.
Senti falta de uma homenagem mais completa às 60 edições do concurso e também da presença das Misses Universo brasileiras, Ieda Maria Vargas (1963) e Martha Vasconcellos (1968).
Em relação a Miss Brasil, Priscila Machado, torci muito por ela e sua 3a. colocação foi muito merecida, pois estava lindíssima e mostrou que sua preparação e vontade fariam a diferença na final.
Gostei muito da escolha da Miss Angola, Leila Lopes, como Miss Universo 2011, pois ela foge do padrão "latina over"  tão valorizado na última década no concurso, que chegou a ser "incorporado" pelas vencedoras de 2005 (Canadá) e 2007 (Japão), e deve entrar para a história como uma das mais meigas e elegantes já eleitas.
Quero muito assistir a reprise que normalmente o canal TNT transmite durante a semana para ter um olhar mais completo, mas gostei bastante do que vi e acho que a edição de 2011 foi bem melhor que as de 2009 e 2010.

O belíssimo top 05 do Miss Universo 2011

 


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